Assim que vi Cassandra pela primeira vez, senti que ela seria minha companheira de luar, vinhos e hotéis.Havia uma luz estranha em seus olhos. Um toque de melancolia ?
A noite não me deu a resposta, acompanhado de uma tristeza fatalística.
Sim, ela se perderia comigo nos terrores do cotidiano da noite.
Sua boca brilhava à luz escura do bar.
Cassandra era uma prostituta. Mas eu gostava dela.
Como já disse, nós nunca transávamos. Me sentiria na obrigação de pagá-la.
Nossos encontros, que ocorriam sempre em hotéis do centro, eram regados à vinho barato, assistir programas de TV, falar mal dos outros, conversar sobre praticamente tudo.
Até que o “dono” dela se ligou sobre nós e a mudou de lugar...
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